Os produtos ralados (queijo e presunto) são formatos práticos e populares na culinária brasileira. Oferecem grande conveniência: vêm prontos para uso em receitas, economizando tempo no preparo. Podem ser comercializados em embalagens porcionadas (sachês ou potes), que evitam desperdício e padronizam a quantidade. Usos comuns incluem a cobertura de pizzas, massas, saladas ou lanches rápidos. Na indústria, esses ingredientes proporcionam agilidade e uniformidade: cozinhas profissionais e food service dependem de queijos e frios ralados para ganho de produtividade. Em resumo, a principal vantagem é a praticidade no dia a dia e no processo produtivo.
O mercado brasileiro de queijos e embutidos está aquecido. Segundo a ABIQ (Associação Brasileira das Indústrias de Queijo), a produção total de queijos atingiu cerca de 1,46 milhão de toneladas em 2024, alta de 6% sobre o ano anterior. As vendas de queijo também cresceram expressivamente: em 2024 o faturamento aumentou 15% e o volume 10% (em comparação a 2023), segundo dados da Nielsen. O consumo per capita de queijo no Brasil (~7 kg/ano) ainda é baixo, mas cresce cerca de 3% ao ano. Embora o foco principal sejam queijos frescos (mussarela, minas, requeijão), os formatos industrializados – como ralado e fatiado – ganham espaço pela conveniência.
Quanto aos embutidos (presunto e outros frios), o Brasil é um grande produtor de carne suína. Em 2022 foram produzidas 5,1 milhões de toneladas de carne suína, e o consumo interno corresponde a 77,5% dessa produção. Em média cada brasileiro consumiu cerca de 18 kg de carne suína por ano (valor acima da média global). Deste total, boa parte corresponde a produtos industrializados: linguiça, bacon, presunto, salame, lombinho, mortadela, salsicha, entre outros. Uma pesquisa indicou que 56% dos brasileiros consomem frios e embutidos ao menos uma vez por semana, com metade da população gastando mais de R$50 mensais nessa categoria. Esses números mostram que queijo e frios são frequentes na dieta nacional, tanto em casa quanto em lanchonetes e restaurantes. A procura por conveniência (como produtos pré-preparados ou porcionados) estimula formatos como ralados e fatiados.
O queijo ralado traz nutrientes importantes, mas também requer atenção. Do ponto de vista nutricional, queijos são ricos em proteínas de alto valor biológico (majoritariamente caseína) e fornecem cálcio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B (como riboflavina). Por exemplo, 100 g de parmesão ralado contém cerca de 1300 mg de cálcio (em média os queijos têm ~600 mg/100g), sendo excelente fonte mineral. Já o presunto ralado (e outros frios) é fonte de proteína e de sabor, mas costuma ter alto teor de sódio e nitritos (conservantes). A própria ANVISA destacou que muitos embutidos e queijos processados apresentam muito sal. Em levantamento de 2010/2011, o queijo parmesão ralado figurou como o alimento com maior teor de sódio: cerca de 1.981 mg de sódio por 100 g (para comparação, a OMS recomenda no máximo 2.000 mg/dia). Entre os embutidos, mortadela e presunto também apareciam entre os campeões de sódio, ultrapassando 1.200 mg/100g. Por isso, recomenda-se consumo moderado desses produtos e atenção às versões com teor reduzido de sal.
Uma curiosidade internacional: até a NASA já levou queijos ao espaço para oferecer conforto aos astronautas. Cheddares e parmesões foram escolhidos por manterem aroma e sabor por mais tempo em missões espaciais. Esse exemplo ilustra como o queijo é valorizado não só pela nutrição, mas também pelo prazer sensorial.
Para atender à demanda industrial por queijos e embutidos ralados, a Equimatec oferece raladores industriais robustos e eficientes. Dois modelos se destacam: o RAL-04 BDJ e o RAL-04 CI.
O RAL-04 BDJ possui uma bandeja superior que facilita o carregamento manual de pedaços de queijo ou presunto. Internamente há um cesto rotativo de ralagem que garante a total porção do produto, minimizando sobras. A transmissão se dá por caixa de redução, aumentando a durabilidade das peças e conferindo robustez ao equipamento. Características principais incluem construção em aço inox AISI-304 de fácil higienização, design compacto adequado a espaços reduzidos e sensores de segurança para os operadores. O modelo vem com um jogo de cesto de ralagem (baca) padrão, mas oferece a opção de outros diâmetros de corte conforme necessidade do cliente. A potência do motor (4 CV) e o alto rendimento de processamento permitem grande produção horária.
Já o RAL-04 CI traz um diferencial: sistema de corte integrado que permite receber uma peça ou barra inteira de queijo/presunto na entrada. Esse dispositivo fraciona automaticamente o produto em porções adequadas, dosando continuamente o que é alimentado no cesto de ralagem – também equipado com caixa de redução para garantir vida longa. Assim, o RAL-04 CI automatiza significativamente o fluxo de matéria-prima, eliminando quase toda manipulação manual e desperdício. As demais características técnicas são similares ao modelo BDJ (estrutura em inox, sensores de segurança, motor 4 CV, higienização facilitada).
Ambos os raladores são patentes Equimatec e exemplificam soluções personalizáveis e seguras para grandes indústrias de laticínios e charcutaria. Em resumo, as máquinas RAL permitem que indústrias otimizem o processo de ralagem, mantendo higiene e qualidade dos produtos. Com tecnologia avançada, elas promovem padrão de corte preciso (que reduz o esforço e aumenta a produtividade). Dessa forma, a Equimatec contribui para que o segmento de queijos e embutidos ralados atenda à crescente demanda por praticidade, sem abrir mão da segurança e da eficiência industrial.